O local onde se encontra Dom Joaquim fazia parte de uma rota que vinha de grandes cidades, como Ouro Preto, Mariana, Sabará, Rio de Janeiro e Conceição do Mato Dentro, Serro, Diamantina. Era uma rota de mercadorias, como o sal, açúcar, tecidos e jóias. Toda essa região pertencia ao português João Lopes de Albuquerque, rico; um vale muito bonito e cheio de córregos (muitos deles já secos).

     Em Serro soube-se que o Rio do Peixe (nome dado devido à grande quantidade de peixe que este rio possuía) passava por Dom Joaquim e se encontrava com outro rio, o Rio Folheta (anteriormente Ribeirão do Gaya), um lugar de muito peixe e ouro. O nome deste vem de folheto, pois o ouro era encontrado em folhetos, ou seja, em lascas de ouro.


Encontro dos rios do Peixe e Folheta (à direita), 2004

     Por volta de 1750, Domingos Barbosa de Carvalho, português, vindo da cidade de Serro, se instalou nessa região, onde seus escravos acharam ouro e diamante. Então fez-se necessária uma capela para o "pasto espiritual". Ergueu uma capela dedicada a São Domingos ( padroeiro de Dom Joaquim, cuja imagem foi trazida de Portugal - clique aqui para saber mais sobre a vida do padroeiro), no alto de um morro conhecido como "Alto da Palha" ( por razões de segurança e religiosas, pois acreditavam que um dilúvio estaria por vir), e eram seus escravos que buscavam água nas regiões mais baixas. Ao redor desta, assim como da tradição dos primeiros povoamentos em terra de Minas Gerais, formou-se o arraial de São Domingos do Rio do Peixe, nome em homenagem a Domingos Barbosa.


Foto do morro "Alto da Palha", 2001.

    

     Muitos anos após, em 1818, ressentindo-se de falta de água, e como o arraial estava erguida no alto de uma colina, acordaram os moradores em mudá-lo para o ponto onde atualmente Dom Joaquim se situa, à margem esquerda do Rio Folheta, sendo que o patrimônio deste foi doado por João Lopes de Albuquerque, onde também foi construída uma igreja (a chamada igreja velha), na atual Praça Waldemar Teixeira. Por essa época as casas eram construídas de pau-a-pique.

     As pessoas que iam chegando pela rota do ouro faziam seus ranchos e posteriormente casas. Tudo foi se desenvolvendo ao redor da igreja: casas, uma venda, paradouro para os tropeiros (onde as celas eram lavadas, os animais pastavam por perto e eles se alimentavam para seguir viagem ou comerciar). Nessa época Dom Joaquim, como Conceição do Mato Dentro e Serro, era vila de Diamantina.

     Em 05 de outubro de 1870, pela Lei 1718 é elevado a freguesia, sendo então Distrito de São Domingos do Rio do Peixe, sendo mantido posteriormente pela lei estadual no.02 de 14 de setembro de 1891. Quatro anos depois tem designado seu primeiro vigário, o padre Firmiano Gonçalves da Costa.

     Abaixo, três mapas históricos que incluem o então "Distrito de São Domingos do Rio do Peixe".

 

     A construção da Igreja velha teria terminado por volta de 1874. Esta data estava entalhada, por formão, numa madeira atrás do altar da mesma, encontrada na data provável de sua demolição, na década de 70. Indícios mostram que esse altar, ao ser demolido, foi levado para Pedro Leopoldo/MG.

     Até então os mortos eram sepultados no terreno ao redor e até no interior da Igreja velha (que, como toda igreja antiga, apontava para o nascente), atualmente onde fica a pracinha, em frente à Igreja Matriz. E antes mesmo de existir a Igreja velha, os mortos eram enterrados nas fazendas, e atualmente, nas fazendas mais antigas, ainda são encontrados pequenos cemitérios.

     Na praça, situada em frente ao atual Terminal Rodoviário de Dom Joaquim, existiu a Igreja do Rosário, a igreja construída para os escravos, que existiu até a construção da atual Capelinha. Após sua demolição, seu sino foi doado à E. E. Cônego Bento Ribeiro, permanecendo até a compra de uma sirena movida a eletricidade. Logo após, o sino foi transferido para a então E. E. São José da Ilha, atualmente E. M. Arco Íris.


Sino da E. M. Arco Íris, em São José da Ilha, que pertenceu à E. E. Cônego
Bento Ribeiro (na sede) e à Igreja do Rosário. 08/2004

     No ano de 1877 o ensino inicia-se em Dom Joaquim, então distrito de São Domingos do Peixe, com a Escola Combinada, onde os alunos tinham aulas de diversas séries na mesma sala, ao mesmo tempo, e estes ficavam separados das alunas.

     Por volta de 1909 Dom Joaquim já era o distrito mais importante em lavoura e criação no município, com muito comércio e trânsito de tropas. Passavam árabes vendendo jóias, roupas, cortes de tecido, sal, bacalhau etc, que também traziam seus cargueiros e também suas filhas em época de férias. Contava ainda com dois mercados ou ranchos.

     Ainda por essa época, Dom Joaquim recebia os missionários, enviados pela igreja católica. Estes apareciam raramente, e realizavam casamentos, procissões, batizados etc.


Foto da ponte sobre o Rio do Peixe, em construção.

    

     Em 1921 a Escola Combinada se transforma em Escola Reunida, com alunos e alunas estudando misturados numa sala de aulas.


Uma das sedes da escola reunida, também ex-prefeitura.

 

    Todo o terreno da comunidade de São José da Ilha foi doado por João dos Santos Lages, que dá nome à rua principal, e que mandou construir a igreja velha e nela colocar a imagem de São José. Ela foi construída por José Tavares e Alfredo Moura, em torno de 1930. João dos Santos Lages foi casado com Sa Luca, irmã de João Virgilio Ferreira, que dá nome à outra rua da comunidade. Uns quinze anos, fizeram a Casa Paroquial com a ajuda de Sebastião Moranquinha.O altar foi doado por D. Quinota e sua filha Chica Pitanga. Em 1935, a Ilha possuía 3 casas. O lugarejo encontra-se incrustado entre o Morro da Barra, o Retiro da Pitangueira e o Rio Folheta. É circulado pelo leito seco do Rio Folheta, que foi desviado em 1949, para construção da estrada, e pelo Córrego Campanha.


Antigo altar da igreja em São José da Ilha, 16/07/2001

 


Vargem do Gaia, o primeiro time de futebol, 1927

     Após diversos abaixo-assinados do então São Domingos do Peixe e região, a 17 de dezembro de 1938 pelo decreto-lei no. 148, emancipa-se e eleva-se à categoria de cidade, com território desmembrado de Conceição do Mato Dentro, após ter pertencido a Serro, tendo como primeiro prefeito o senhor Waldemar Teixeira e o nome Dom Joaquim em homenagem ao Arcebispo da Arquidiocese de Diamantina, Dom Joaquim Silvério de Souza. Nessa época Dom Joaquim era composto de quatro distritos: ex São Domingos do Rio do Peixe, Viamão (desmembrado do município de Conceição do Mato Dentro, e em 31 de dezembro de 1943 passou-se a chamar Carmésia, sendo que em 1962 emancipa-se politicamente - clique aqui para saber mais sobre sua história), Senhora do Porto (desmembrado do município de Guanhães) e Gororós.

Foto na data da emancipação, 17/12/1938. Da esquerda para direita, sentados: Joaquim Thomaz, João Simões (Velho), Cônego José Coelho (Senhora do Porto), Waldemar Teixeira (1o. prefeito de Dom Joaquim, meu bisavô), Furbino José Soares (Carmésia), João Thomaz e Dr. Ary. Da esquerda para direita, em pé: Sr. Lessa (Carmésia), Toni Sanches, Arnaldo (Carmésia), Edward Teixeira, Duca Costa, Mário Madureira (Carmésia) e Olympio Sanches Filho.


Dom Joaquim Silvério de Souza

     Foi por volta de 1940 que o carnaval começa a aparecer em Dom Joaquim. Após algumas tentativas, se instala definitivamente, sendo que somente em 1989 aparece o primeiro trio elétrico. Anos mais tarde aparece o trio em forma de garrafa, com Luciano arrepiando nas guitarras e o desfile dos blocos carnavalescos (alguns organizados por Tarcísio Fidélis e Solon Carvalho) correndo solto.


Reforma da Igreja de Gororós, 1999.

     Em 1946 foi criado o Grupo escolar Cristiano Machado, com nome em homenagem ao Dr. Cristiano Machado (político exímio, chegando a ser Secretário da Educação), e onde há um busto em homenagem a Juscelino Kubstichek. Neste mesmo ano o cinema chega a Dom Joaquim, e alguns anos mais tarde se instala no salão do Barreado, aí ficando até 1956.

     Em 13 de fevereiro de 1948 foi oficializada a Irmandade do Hospital Nossa Senhora das Graças. Uma entidade onde existem três categorias de membros: os fundadores, os bemfeitores (que recebem este título pela diretoria da Irmandade) e os contribuintes (os quais contribuem mensalmente com o valor de um por cento do salário mínimo vigente), sendo que uma classe não exclui a outra, pois existe membro(s) que se adequada(m) a mais de uma categoria. Neste ano o hospital ainda estava sendo construído, e, após a inauguração, se manteve durante anos sem verba governamental, chegando até mesmo a ser totalmente entidade filontrópica, sobrevivendo em algumas épocas através de esforços dos próprios domjoaquinenses. Em 2002, o hospital recebeu mensalmente, através do convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde), ao qual é filiado à vários anos, o valor aproximado de R$6.559,00 (fruto da estimativa de que, anualmente, 7% da população vai ser internada, e para ser dividido entre hospital e médicos), que é completada pela arrecadação mensal da Irmandade, de aproximadamente R$400,00, para que sejam realizadas, em média, 23 internações.


     Foto do suspenso fórum de Dom Joaquim, aproximadamente 1955.

     Pela lei no. 1039 de 12 dezembro de 1953 Dom Joaquim perdeu o Distrito de Senhora do Porto,  e foi criada a comarca de Dom Joaquim, compreendendo os municípios de Dom Joaquim e Senhora do Porto, sendo suspensa ( e não extinta, pois quando a cidade possuir novamente mais de 20.000 habitantes - o mínimo necessário para uma comarca - ela poderá ser reinstalada) em 31 de dezembro de 1970. Onde funcionou o Fórum também funcionaram a Prefeitura Municipal, Casa do Conselho (onde eram discutidas questões de ínteresse público pelas personalidades mais fortes da cidade), Coletoria (e embaixo desta, a cadeia), e Escola Reunida, onde aproximadamente é hoje a casa de Lane Carvalho, em frente à casa de Daniel Reis.


Jardineira, o meio de transporte da época, aproximadamente 1950

     E foi também na década de cinqüenta que Juscelino Kubstichek, então governador do estado de Minas Gerais, junto ao Dr. Ary Ascenção, seu fiel amigo, fizeram uma seresta no Cruzeiro, em frente à atual Igreja Matriz.

     Por volta de 1956 alguns representantes da cidade e da região foram ao encontro de Juscelino. O assunto era a construção de um hospital para a região, que seria construído em Dom Joaquim. Como estes não haviam marcado data e horário da visita, esperaram que Juscelino, por quase um dia inteiro, atendesse a embaixadores, representantes alemães etc. Como Juscelino era muito amigo de Dr. Ary, aquele mandou comunicar que os representantes o esperassem e que não fossem embora, pois fazia questão de atendê-los. Após a demorada espera, entregaram-lhe o pedido, no qual constavam os materiais necessários para a construção do hospital. Já cansado de um dia inteiro de trabalho, e pela amizade que possuía com Dr. Ary, Juscelino autorizou, mesmo sem ler, o pedido do material. Foram mais de três caminhões de material e equipamentos, dos quais constava uma caldeira, movida a óleo diesel, para esterilização de roupas, a qual ficou obsoleta com a chegada de máquinas a energia elétrica e outros meios de esterilização. Assim nascia o Hospital Nossa Senhora das Graças, com nome escolhido pelo padre Cônego Bento Ribeiro (o conhecido "padre Bento").


Casarão de Olivier Braga, à direita da Igreja Matriz, onde já
funcionou a Escola Normal (que formava professores) e o Ginásio

     Em 1959 foi instalado o Ginásio São Domingos, no mesmo local onde o Grupo Cristiano Machado funcionava. E foi somente em 1965 que o Ginásio desmembrou-se do Grupo, sendo inaugurada a E.E. Cônego Bento Ribeiro, num terreno onde existia um casarão (neste eram alugados cômodos para tropeiros em meio a viagens). E nesta, somente em 1985 foi instalado o segundo grau.


Complexo da Barragem, aproximadamente 1950

     A Escola Normal Municipal "Dr. Ary Ascenção de Oliveira" surgiu em 1970, sendo fechada cinco anos mais tarde, em 1975.


Foto da Escola Normal Municipal "Dr. Ary Ascenção de Oliveira", aproximadamente 1972

 

     Cônego Bento Ribeiro Costa, ou "padre Bento" como era conhecido, quando soube que não teria muito mais tempo de vida (devido a uma doença grave) pediu a autorização da arquidiocese para construir uma capela, onde queria ser enterrado. E assim o foi, onde hoje conhecemos como a tão foi famosa "Igrejinha". O altar desta foi retirado da antiga Igreja do Rosário, quando foi demolida. Seu sino primeiramente serviu à E E Cônego Bento Ribeiro, com a finalidade de avisar o início e término das aulas, mas foi transferido para o colégio do povoado da Ilha, quando foi instalada uma sirene movida a energia elétrica.


Construção da Igreja Matriz, aproximadamente 1973

 


Foto da Ponte no Complexo da Barragem,1977.

    

     Em 30 de julho de 1978 foi concluída, pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano de Minas Gerais, a construção da Ponte sobre o Rio Folheta (localizada no Complexo Turístico da Represa). Em dezembro de 1983 estava sendo concluída a construção das piscinas.


Foto da construção das piscinas na barragem, 1983.

     A 7 de setembro de 1988 foi inaugurado o Recanto da Represa, tendo como engenheiro o Dr. Reinaldo Fernandes Lage e como mestre de obras, Geraldo Ferreira Filho (Buru).


Desfile de Blocos, no Carnaval. Aproximadamente 1990.

     Mozar Bicalho compôs letra (clique aqui para lê-lo) e música (clique aqui para ouví-la ou aqui para ler a partitura, ambas retiradas do original) do Hino a Dom Joaquim, e por volta de 1979 este foi oficializado, sendo os padrinhos do hino Romeu Araújo e Zenita Ribeiro de Araújo. Nascido em Santa Bárbara, no distrito de Bom Jesus do Amparo, não era um boêmio, mas participava de muitas serestas, inclusive em Dom Joaquim. Para se ter uma idéia, por exemplo, da importância de Mozart Bicalho, basta dizer que "Gotas de Lágrimas", sua principal música, por ele gravada em 1930, chegou a vender em poucos meses mais de três mil cópias, recorde na época, equivalente talvez a alguns milhões de cópias vendidas nos dias de hoje. Naquele tempo, uma cidade como Belo Horizonte, por exemplo, talvez possuísse o máximo de 200 gramofones ou aparelhos equivalentes. Em dezembro de 2002 foi comemorado o tricentenário da cidade onde Mozar nasceu, junto com seu centenário. Mozar Bicalho morreu aos 85 anos em 1986.

     Uma outra personalidade musical e religiosa de Dom Joaquim foi Frei Gabriel de Melille (Melille a cidade, na Itália, onde nasceu). Foi quem dirigiu algumas bandas em Dom Joaquim, sendo regente e também compositor na "Bandinha Saudade", da qual tive o prazer e honra de participar, recebendo os primeiros ensinamentos teóricos em música. Obrigado, Freizinho... Também foi o primeiro a encenar na Semana Santa toda a paixão e morte de Jesus Cristo, ao vivo, ainda hoje realizada.

     Dr. Ary Ascenção de Oliveira, benfeitor da cidade, recebeu uma homenagem em 22 de setembro de 1996, com um busto que se encontra na portaria principal do Hospital Nossa Senhora das Graças.

     Também em setembro de 1996 foi inaugurada a Escola Municipal Infância Feliz, com aulas de 1o, 2o e 3o (pré-escolar) períodos.


Escola Municipal Infância Feliz, 2004

     A unidade dos Correios e Telégrafos em Dom Joaquim, que funcionava até então em prédio alugado, foi inaugurado, no mesmo local, quando da compra do mesmo, no ano de 1997.


Correios e Telégrafos, 2004

     No período de 1996 a 1998 o MEC decidiu equipar as escolas com televisores e vídeos cassetes, os quais foram também conseguidos para a E. E. Cônego Bento Ribeiro. Em 1999 o MEC, junto com o BID e a UNICEF, fizeram um projeto de equipar as escolas de 1o. grau com microcomputadores. A escola desfrutou desse projeto, ganhando oito microcomputadores, em setembro de 2002.

     O Senhor Waldemar Teixeira, primeiro prefeito da cidade, recebeu, através dos poderes executivo e legislativo do município de Dom Joaquim, nos termos do Art. 35, inciso XVI, da Lei Orgânica Municipal, o Diploma de Honra ao Mérito (em memória) ,como reconhecimento aos méritos pessoais e relevantes serviços prestados à comunidade, em 17 de dezembro de 2001.

     No dia 17 de dezembro do ano de 2001, data da emancipação político-administrativa de Dom Joaquim, foi lançado o livro "Contos e Causos do Arraial de São Domingos" por Tarcísio Fidélis (caso haja interesse em adquirí-lo, favor entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Dom Joaquim no telefone (31)38661212) e a inauguração do monumento a Mozart Bicalho, autor do Hino à Dom Joaquim. Houve também apresentações folclóricas, culturais e religiosas.

     Com recursos do Governo Federal, foi construído o Ginásio Poliesportivo do Recanto da Represa, inaugurado em 21 de abril de 2002. Este foi construído sobre a antiga quadra, que constava de alambrado, arquibancada e dois vestiários, sendo os últimos reformados e aproveitados na construção do Poliesportivo.

     Foi inaugurado, em junho/2003, na Câmara Municipal, o Plenário "Vereador Wilson Floriano de Carvalho" ( nome de um benfeitor de Dom Joaquim, Wilson Floriado de Carvalho, já vereador da mesma). A Câmara Municipal até então se situava no mesmo prédio da Prefeitura Municipal, e com esta nova sede, situada à Rua Sadi Ribeiro, ganha então mais autonomia.


Foto de Wilson Floriano de Carvalho, em discurso na inauguração do Plenário "Vereador Wilson Floriano de Carvalho", na Câmara Municipal, 2003

 

     Com verbas do Ministério da Educação, foi construída a nova sede da E. E. Cônego Bento Ribeiro, com inaguração no dia 26/06/2004. O antigo espaço da dita escola deverá sediar a prefeitura, que deixaria de funcionar no seu atual local, à Rua Prudente de Morais, número 93.


Foto da construção da nova sede da E. E. Cônego Bento Ribeiro, 2003

     Ao lado da Casa Paroquial, situada à Praça Waldemar Teixeira, foi inaugurado, dia 02/08/2003, às 19:00 hs, o Salão Paroquial Padre Madureira. O salão servirá para a realização de festas sociais como casamentos, batizados, bodas, aniversários, recepções sociais de grupos e associações, segundo seu regimento. Conta com camarim, palco, grande espaço para o público, banheiros feminino e masculino. A inauguração teve um caráter de despedida, já que o Padre Madureira foi designado para servir à igreja em outra cidade. A última missa que realizou na Igreja Matriz foi no domingo (03/08/2003); despediu-se de Dom Joaquim quarta-feira (06/08/2003).


Foto da construção do Salão Paroquial Padre Madureira, julho/2003